quinta-feira, fevereiro 15, 2007

Campeonato do Mundo de Hoquei de Sala















Para quem nao sabe, esta e uma variante do Hoquei em Campo jogada em pavilhao num campo com dimensoes similares as do Andebol.
A galeria de fotos do site oficial do evento tem bastantes imagens do jogo.

andre

PS: Agradece-se a compreensao do/a leitor/a para o facto de o teclado austriaco nao ter acentos. Confiamos que a gerencia em Portugal possa corrigir a situacao.

Fin'amors


evva

Ah, a censura, essa gloriosa instituição! II

E já me ia esquecendo desta pérola de 'democracia'. Salazar não faria melhor.

evva

Ah, a censura, essa gloriosa instituição!

Para quem não conhece (ainda?) a personagem, aqui fica um pequeno desabafo de um dos paladinos da esquerda portuguesa.

evva

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Genevra


evva

Begging...


Eu não me esqueci, não senhor... Foi ontem ou anteontem? É que nunca sei... E o 'Tapado' também não ajudou, como é hábito. Por que não celebra em Dezembro, como o Menino Jesus e o resto do mundo? Seria mais fácil...

Até contactei por diversas vezes ontem a Velha Albion, mas sem sucesso. Só então me lembrei do torneio na Áustria...
De qualquer forma, vai sempre a tempo, não?...
Gros bisous!


evva

P.S.: Não esquecer de reportar novas da Sissi.

terça-feira, fevereiro 13, 2007

Hoje apetecia-me



espreitar o que se vislumbra da janela de Vermeer...



evva

segunda-feira, fevereiro 12, 2007

NÃO!

Hoje é um dos dias mais tristes da minha vida. O que a votação de ontem decidiu (apesar de não vinculativa, há um consenso partidário para que venha a sê-lo e a disciplina de voto imposta pelo secretário-geral do PS não deixa lugar a dúvidas) representa um retrocesso civilizacional grave que fere de morte as minhas convicções profundas. Provavelmente sem retorno. Mas há que continuar a acreditar e a lutar pelas nossas convicções, pelo direito à vida e pela responsabilização dos nossos actos.

evva

P.S.: E que dizer daquela frase que inicia todos os discursos 'parabéns ao povo português pela maturidade democrática que demonstrou com esta votação'? Desde quando uma percentagem de abstenção como esta revela civismo ou maturidade?

Sim

Agradeço a todos os que votaram.
Vamos ver então como é que as coisas correm…


andré

Inverno















andré

sábado, fevereiro 10, 2007

Como é que este sobreviveu à fogueira?

Mulher ensinando Geometria

(Iluminura de uma tradução medieval
dos Elementos de Geometria de Euclides, c. 1300)

evva

(Mais) uma 'renascentista' na Idade Média


Hildegard von Bingen
(16 de Setembro 1098 - 17 de Setembro 1179)

evva

Ah, esses renascentistas 'avant la lettre'

(link só para assinantes)

Assim intitulou ontem o Público um pequeno artigo dedicado à última tradução publicada entre nós de uma obra de... Ramon Lull.

evva

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

Não resisto...

«O documento que segue é a transcrição de um editorial da edição clandestina portuguesa do Jornal «Avante!» - Órgão do Partido Comunista (4ª Semana de Novembro de 1937)

Editorial

Resposta da Direcção

PORQUE É PROIBIDO O ABORTO NA URRS?

Damos imediata resposta a esta pergunta, formulada por algumas operárias do Barreiro. O aborto é um acto inteiramente anormal e perigoso, que tem roubado não poucas vidas e tem feito murchar não poucas juventudes. O aborto é um mal terrível. Mas, na sociedade capitalista, o aborto é um mal necessário, inevitável, benfazejo até. Na sociedade capitalista um filho significa, para os trabalhadores, mais uma fonte de privações, de tristezas e de ameaças. Quem tem filhos — diz-se — tem cadilhos. Pode-se imaginar algo mais doloroso que uma família de operários obrigados a sustentar, dos seus miseráveis salários, 5 ou 6 filhos? É a fome, o raquitismo, a tuberculose, a tristeza da vida, vivida em promiscuidade. E que futuro espera essas crianças? Serem uns desgraçados… como dizem as nossas mulheres. Por isso a mulher do [?] capitalista é obrigada a sacrificar o doce sentimento da maternidade , é obrigada a recorrer, tantas vezes com o coração sangrando, ao aborto. Por isso, a proibição do aborto, na sociedade capitalista, é uma hipocrisia e uma brutalidade. Na URSS, a situação é tão diferente como é diferente a noite do dia. Na URSS não há desemprego, não há miséria; há abundância de produtos. Tanto a mulher como o homem recebem salários que satisfazem as necessidades. A mulher grávida tem 4 meses de férias durante o período da gravidez, com os salários pagos. Há maternidades, creches, jardins de infância e escolas por toda a parte. O Governo soviético dá prémios que vão até 5 mil rublos para as mães que tenham mais de 5 filhos, etc. Ser mamã é uma das maiores aspirações das jovens soviéticas. ?E onde há uma esposa que não quisesse ser mamã sabendo que o mundo floria para acolher o seu menino? Sabendo que o seu filho não seria um desgraçado mas um cidadão livre da grande República do Socialismo? A criança, na URSS, deixou de ser um motivo de preocupações, para se tornar numa fonte luminosa de alegria e de felicidade. O aborto perdeu portanto a sua única justificação; tornou-se desnecessário. Por isso, o Governo Soviético resolveu propor ao povo trabalhador, a abolição da liberdade de praticar o aborto — liberdade essa concedida a título provisório, nos primeiros tempos da República Soviética quando esta gemia sob o peso da fome e da peste, ocasionadas pela guerra e pela contra revolução capitalista. Depois de discutirem amplamente a lei proposta pelo Governo Soviético, as mulheres e todo o povo trabalhador aprovaram essa lei que correspondia inteiramente às condições de existência livre e feliz que gozam os que trabalham na grande Pátria do Socialismo triunfante

(via nortadas)

[evva
Ooops! Hoje é dia de reflexão... Como é que se altera a data e a hora desta coisa? Ah, é já ali em 'opções de postagem'. O que eles se lembram de inventar. Aqui vai]

Dia 6 de Março, lá vou eu, ai, ai, ai...


evva

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Eu, conservadora libertina, me confesso

«Mil vezes um conservador libertino
do que um liberal com a mania de que tem de conservar-se.»

(Lido e aplaudido aqui)

evva

Entretanto, há 5.000 anos atrás...

(foto de ENRICO PAJELLO/REUTERS)


[Porém mais tarde, quando foi volvido
Das sepulturas o gelado pó,
Dois esqueletos, um ao outro unido,
Foram achados num sepulcro só.

Soares de Passos (1826-1860)]


evva

terça-feira, fevereiro 06, 2007

sábado, fevereiro 03, 2007

Novas da China


Sexta-feira, 2
À saída de Shanghai para Macau, e já a bordo do avião, o primeiro-ministro procurou os jornalistas para lhes dar um ralhete paternalista. Depois de dois dias sem comentar a crise desencadeada pelas declarações do seu ministro da Economia, Manuel Pinho, José Sócrates sentiu-se incomodado por ter sido interpelado pelos profissionais da comunicação à saída de um evento e, a seguir, foi manifestar-lhes o seu desagrado. Disse que só fala quando as coisas são previamente combinadas «como em qualquer país civilizado», e falou no mau aspecto que não quer dar num país estrangeiro. Afirmou ainda desconhecer que os jornalistas tentavam, há dois dias, obter declarações suas sobre o caso Pinho. É, no mínimo, estranho que os seus assessores não lho tenham dito.
O enguiço desta viagem à China começou logo na primeira iniciativa, terça-feira, 30, em Pequim, com as declarações de Manuel Pinho, que quis «vender» Portugal como um país de mão-de-obra barata aos investidores chineses. No dia seguinte, reafirmava a sua posição e comentava as reacções suscitadas em Lisboa, afirmando que os sindicatos são «forças de atraso».
O chefe do Governo e os seus acólitos não têm gostado da forma como a comunicação social tem feito a cobertura desta viagem de negócios. Os jornalistas têm sido, umas vezes aberta, outras veladamente, acusados de estarem a estragar esta viagem e de só noticiarem assuntos menores – como a defesa dos salários baixos e os ataques, por parte de um membro de um governo socialista, aos sindicatos, ou a tentar obter declarações sobre Direitos Humanos na China – e de não darem a devida atenção aos muitos contratos e memorandos de entendimento celebrados entre empresas portuguesas e chinesas. A jornalista da rádio pública chegou mesmo a ser acusada, por um assessor, de estar a fazer o jogo do PSD. Houve várias pessoas a ouvi-lo. Terá sido apenas uma brincadeira?
Que se saiba, em qualquer país civilizado, quem define o que tem ou não interesse editorial – o que é notícia – é o jornalista no terreno e a sua direcção editorial, não o gabinete do chefe do Governo. Costuma ser assim em democracia. Se a bem sucedida viagem de negócios ao Oriente se tornou, internamente, um fracasso mediático, a culpa não deve ser atribuída aos jornalistas, mas às declarações do ministro da Economia. Não é por terem aceite boleia num avião fretado pelo Governo que este deve presumir poder usar os jornalistas como instrumentos de propaganda das suas iniciativas. Roubando uma expressão ao socialista João Cravinho, gostaria de concluir dizendo que jornalistas domesticáveis pertencem à classe dos animais domésticos.

Francisco Galope»

evva

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

FEVEREIRO

O meu Fevereiro amanheceu hoje muito diferente deste. Está um lindo dia de sol. Brindemos aos dias azuis e noites estreladas.

Les Très Riches Heures du Duc de Berry
(Iluminuras de Paul, Hermann e Jean Limbourg)

evva