quarta-feira, abril 25, 2007

Mas que granda filme!



















Eu sei, eu sei. Já passou há muito.
Mas eu só o vi hoje…
E como mais vale tarde do que nunca…

andré

domingo, abril 22, 2007

Frase do mês!

"Só quando uma mulher absolutamente incompetente chegar ao topo é que haverá verdadeira igualdade."

in P2 de domingo, no artigo "Madame la…" de Teresa de Sousa


andré

segunda-feira, abril 16, 2007

quinta-feira, abril 12, 2007

E fez-se luz...

bjs ST

terça-feira, abril 03, 2007

All'alba vincerò?



[Il principe ignoto]

Nessun dorma! Nessun dorma! Tu pure, o Principessa,
nella tua fredda stanza
guardi le stelle
che tremano d'amore e di speranza...
Ma il mio mistero è chiuso in me,
il nome mio nessun saprà!
No, no, sulla tua bocca lo dirò,
quando la luce splenderà!
Ed il mio bacio scioglierà il silenzio
che ti fa mia.

[Voci di donne]

Il nome suo nessun saprà...
E noi dovrem, ahimè, morir, morir!

[Il principe ignoto]

Dilegua, o notte! Tramontate, stelle!
Tramontate, stelle! All'alba vincerò!
Vincerò! Vincerò!

[evva]

segunda-feira, abril 02, 2007

E lucevan le stelle



E lucevan le stelle,
e olezzava la terra
stridea l'uscio dell'orto,
e un passo sfiorava l'arena.
Entrava ella, fragrante,
mi cadea fra le braccia.
Oh! dolci baci,
o languide carezze,
mentr'io fremente le belle forme discogliea dai veli!
Svani per sempre il sogno mio d'amore...
L'ora e fuggita e muoio disperato!
E non ho amato mai tanto la vita!

evva

segunda-feira, março 26, 2007

Reviver o passado…

… não. Não é em Brightshead, embora as imagens e a música de entrada da série sejam uma das mais antigas memórias recorrentes que tenho.

A votação do programa da RTP parece ter dado início a uma discussão em relação ao nosso passado dictatorial mais recente. É um tema muito delicado, mas cujo luto é importante fazer.

Eu gostava que o programa da televisão do Estado, junto com movimentos como o Não Apaguem a Memória conseguissem criar a vontade política para a produção de um museu que pudesse mostrar aquilo que fomos durante quase 50 anos. É verdade que ninguém gosta de ver no espelho imagens que envergonhem, mas se as continuarmos a negar ou a esconder, corremos o risco de darmos com elas quando menos esperamos, como parece estar a acontecer em Espanha nas recentes manifestações promovidas pelo Partido Popular.

Cada vez que surge um debate em torno do antigo presidente do Conselho, parece que o país entra em pânico, com o receio que algo profundo e medonho acorde e renasça.
Se calhar é por isso que nos ensinam na escola a glorificar os descobrimentos, para ver se nos põem a olhar, ainda que de forma esquizofrénica, para aquilo que de bom fizemos.

Ai, ai… o Eduardo Lourenço tinha mesmo razão. A nossa saudade é mesmo um labirinto.
E eu não consigo descobrir porquê.


andré

Senhoras e senhores, apresento-vos...



... o MAIOR PORTUGUÊS DE TODOS OS TEMPOS.






(ainda me dói a barriga de tanto rir)

evva

domingo, março 25, 2007

sábado, março 24, 2007

Primavera...





Uma semana de tanto trabalho que mal a senti chegar (a propósito, que lindo poema, laerce), mas quando sinto aproximar o tempo 'prin' recordo-me sempre dos primeiros versos de La Nuit de Mai, de Alfred de Musset (1810–1857), em que uma musa chama pelo seu poeta e lhe pede um beijo, na noite em que a Primavera se inicia. Por que razão o intitulou Musset La Nuit de Mai, nunca o soube, mas na adolescência, idade de todos os romantismos, era um dos meus poemas preferidos.


LA MUSE



Poète, prends ton luth et me donne un baiser;
La fleur de l’églantier sent ses bourgeons éclore.
Le printemps naît ce soir; les vents vont s’embraser;
Et la bergeronnette, en attendant l’aurore,
Aux premiers buissons verts commence à se poser;
Poète, prends ton luth et me donne un baiser.






evva





P.S.: O poema é muito longo, com as respostas sucessivas do poeta, perdido na seu egocentrismo, a não reconhecer o 'fantasma' que o chama e a musa a insistir no seu pedido. Para o lerem na íntegra, podem clicar aqui.

quarta-feira, março 21, 2007

domingo, março 18, 2007

Tem toda a razão.

Num ambiente extremado, sabe bem ouvir uma opinião equilibrada. Extracto da coluna de Daniel Sampaio, este domingo, na Pública:

"Segundo equívoco: os relatos confundem sempre indisciplina com violência. Temos em Portugal um gravíssimo problema de indisciplina em meio escolar, que não pode ser confundido com a ideia de que a escola portuguesa é sede sistemática de violência (na esmagadora maioria das nossas escolas não há violência). A indisciplina é frequente e deriva, em geral, de causas bem diferentes. Apontemos algumas: 1) insegurança familiar na transmissão de regras e incapacidade de muitos pais para utilizarem uma dose adequada de frustração como ingrediente essencial na educação dos filhos, delegando na escola essa tarefa; 2) falta de autoridade de professores, por desvalorização social do seu papel e exagero conferido aos “direitos” dos mais novos; 3) programas escolares sem articulação entre si, extensos, dispersos por um número excessivo de disciplinas; 4) salas de aula com poucos materiais, sem utilização de novas tecnologias, com professores a insistirem em métodos expositivos, em prejuízo de uma prática pedagógica que transforme a turma num grupo de trabalho cooperativo; 5) ausência de uma liderança forte em muitas escolas, diluída num Conselho Executivo (que nome...) em que as funções de cada um não são claras; muitas escolas são raras as reuniões dos Conselhos de Turma para a definição de estratégias comuns para lidar com a indisciplina; 6) fracasso das intenções de autonomia verbalizadas por professores e tutela: predomina o discurso paradoxal em que o Ministério não confere verdadeira autonomia e as escolas, nos poucos sectores onde ela existe, não se sente capaz de a pôr em prática; 7) pouca participação de alunos e pais em questões onde seria importante ouvir a sua opinião, como é o caso da indisciplina."
(…)
"Concordo que a agressão a um professor seja crime público: o efeito dissuasor dessa medida pode ser significativo. Importa, no entanto, perceber que só se obtêm respostas a questões complexas através da análise sistémica de todas as variáveis em jogo, na busca permanente de respostas integradas."

Srs/as professores/as, Sr.ª Ministra, vamos lá pensar um bocadinho.

andré

Primavera em Azevedo

Ameixoeira em flor. Ontem, ao entardecer.


evva

quinta-feira, março 15, 2007

Já apetece...


evva

Hoje continuamos a demandar o Graal

(clicar na imgam para aumentar)


Quando, no fim do século XII, Chrétien de Troyes escreve o seu último romance, o enigmático «Conto do Graal», inaugura uma das mais férteis tradições literárias e estéticas do Ocidente. Emblema de soberania, relíquia cristã ou símbolo espiritual, este objecto inspirará inúmeras recriações ao longo da Idade Média, ressurgindo com o Romantismo. Já nos séculos XX-XXI, o tema da demanda espiritual e as raízes pré-cristãs do Graal estimulam o imaginário New Age; a sua ligação à Idade das Trevas e a rituais de iniciação dá origem a uma abundante produção para-literária: prova de que o mito continua bem vivo no início do terceiro milénio.

Anfiteatro Nobre da Faculdade de Letras da Universidade do Porto

17h30

EXCALIBUR, de Jonh Boorman

Apresentação de José Carlos Miranda (FLUP)
e
Beatriz Pacheco Pereira (Cinema Novo)

ENTRADA LIVRE



evva

quarta-feira, março 14, 2007

Heroína do dia, com direito a prémio do Ministério da Educação

Manhã solarenga. Sala de professores de uma escola secundária nos arredores do Porto.
Uma colega entra exaltada depois de telefonar a uma encarregada de (des)educação, a comunicar-lhe o elevado número de faltas injustificadas do (des)educando. Resposta vociferada da interlocutora:
«- É a primeira vez que uma Directora de Turma tem a distinta lata de me telefonar para casa a chatear-me com uma coisa dessas!».
«- E continuou a gritar e a insultar-me, imaginem. Nem me deixou falar. Com receio de ficar surda, desliguei-lhe o telefone.».

evva

terça-feira, março 13, 2007

domingo, março 11, 2007

Broken Social Scene II

Perante o entusiasmo da plateia aqui vão links para alguns videos da banda:

Anthems for a 17 year old girl
Lovers' spit
7/4 shorline
Stars and sons
Looks just like the sun
Almost crimes
Fire eyed boy

E para terminar, dois bónus, a minha versão preferida do Mushaboom da Feist e o And I was a boy from School dos meus queridos electrónicos Hot Chip:

Espero que gostem

andré