He's back!
É pena que o actor por dentro do boneco não consiga disfarçar melhor a pronuncia eslava. Mas tá muita bem sacado!
andré
«Imagination is memory» James Joyce
É pena que o actor por dentro do boneco não consiga disfarçar melhor a pronuncia eslava. Mas tá muita bem sacado!
andré

A propósito desta reportagem da Pública, pode-se encontrar um pequeno filme sobre o mesmo tema aqui.
andré
Dedicatória 1
Depois de ter começado a semana a delirar com a música do post anterior, não havia melhor do que terminar a ouvir a English Chamber Orchestra a tocar Bartok e Mendelssohn
e, na segunda parte, acompanhados pela solista Sara Chang, a tocar as Quatro Estações de Vivaldi, a peça que me iniciou na música clássica.
Foi uma boa semana. Foi foi.
andré
Tinha tudo para ser mais um fim de semana igual a tantos outros. Podia ser inserido na categoria "comum e meio chato".
Até que o telemóvel tocou. E, em vez de sair um convite para ir ver o Barcelona na tv, saiu um convite para ver isto
A reprodução não faz justiça à banda. É o Angelo Debarre Quartet, um quarteto fabuloso que toca o mesmo estilo de música do Django Reinhardt, e também alguns dos temas que o famoso guitarrista compôs. Foi um delírio!
andré
São os The Dears. Eu já tinha escutado este single mas nunca tinha conseguido entender o nome da banda. Até hoje.
andré

Caso ainda não tenham reparado, alguns media portugueses, talvez por falta de assuntos interessantes para cobrir, ou incapacidade de os encontrar (ou até por diversão… quem sabe…), têm gasto os seus recursos a alimentar e divulgar o combate entre Vasco Pulido Valente (VPV) e Miguel Sousa Tavares (MST).
Tudo parece ter começado a propósito de uma crítica que o primeiro terá feito a um livro do segundo - intitulado Equador -, crítica essa que, segundo MST afirma, VPV terá feito sem primero ter lido o livro.
O combate parece estar a processar-se da seguinte forma:
MST: entrevista no Expresso, artigos no DN, entrevista no programa Pessoal e Transmissível da TSF.
VPV: coluna semanal no Público e, hoje, artigo de profundidade do suplemento P2 do mesmo jornal, que parece ter sido escrito a pedido do próprio jornal (???!!!).
Como se pode ver, cada um faz uso dos recursos ao seu dispor, naquele que é, porventura, um dos casos mais interessantes de absoluta irrelevância jornalística.
Não percam os próximos episódios desta fantástica saga. Já estou a imaginar daqui a uns anos, uma edição especial do Prós e Contras em que a coitada da Fátima passará a maior parte do seu tempo a evitar que VPV e MST se peguem à bengalada. A não perder!
andré
PS: para uma próxima oportunidade fica outro caso, talvez mais interessante de analisar: o combate obsessivo de José Pacheco Pereira (JPP) à actual liderança do seu partido - o PSD - em particular ao seu líder, Luis Filipe Menezes (LFM).
PS2: a continuar assim, antes de iniciar os posts, terei de fazer uma lista de abreviaturas…

O que é que faz um gajo, enfiado em casa com uma bruta de uma conjuntivite nos dois olhos, uma gripezita a chocar, e com um doutoramento que não pode esperar?
Vai à net e sintoniza a RADAR!
(…porra… isto é rima a mais…)
Aqui há a BBC, mas em Lisboa há a RADAR e a OXIGÉNIO, em Coimbra a RUC, e em Braga a RUM. E todas com emissão online. Música alternativa de ponta em rádios made in POR.
andré
PS: …no Porto, já não me lembro de uma rádio em condições desde que a gloriosa, e muito saudosa (snif…) XFM acabou.

Esta é uma das músicas do mais recente álbum de Rodrigo Leão, a banda sonora do documentário televisivo 'Portugal, Retrato Social', que passou este ano na RTP. Foi sem dúvida uma combinação feliz entre realização, investigação e composição musical.
Eu gosto muito da música do Rodrigo Leão. Não porque é de excelente qualidade, não porque a acho inovadora, mas porque me soa bem, porque a acho bonita.
Agrada-me sentir que ele a faz por prazer, porque gosta, não porque quer provar alguma coisa, não porque está preocupado em seguir um estilo ou outro.
Pelo que ouço, parece gostar de música erudita e da música de cabaret (ou música ligeira, chamem-lhe o que quiserem), e, em ambos os casos, parece gostar sobretudo da voz.
Mas em algumas peças instrumentais a melancolia, also similar à que podemos encontrar nos Madredeus, invade tudo o resto. Como o mar. É linda, muito linda mesmo.
Enquanto escrevo, ouço 'Os Poetas - Entre nós e as palavras', obra em que participa com os companheiros do costume, Gabriel Gomes e Fraancisco Ribeiro, e que para mim é talvez a obra mais conseguida. Combinação perfeita entre música e poesia. A entoação forte e sóbria da voz de Herberto Helder em 'Minha cabeça estremece' e a voz frágil e incisiva de Mário Cesariny em 'Queria de ti um país…' transmitem momentos de absoluto delírio, igual ao das palavras que se ouvem.
Agora só me resta esperar até ouvir o novo álbum. Entretanto, vou continuando a rever o documentário, em que tudo é português. É como regressar a casa…
andré



Para todos/as que queiram ver ou rever os 7 episódios do documentário de António Barreto, realizado por Joana Pontes, e com música de Rodrigo Leão, aqui fica o link:
http://www.rtp.pt/wportal/sites/tv/portugal_retrato/index.shtm
andré