Nelson... quê?!



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«Imagination is memory» James Joyce



The recipe for a delicious Lebanese Hommos
Ingredients
A jar of chickpeas (grao de bico-750 grams), slightly drained
2 large garlic cloves
10 to 12 tablespoons of tahini (pureed sesame or sesame creme)
two fresh lemon
1 tablespoon of olive oil
a small teaspoon of salt
Preparations:
First use a blender (varina magica in Portugal) to grind the chickpeas, the garlic and the tahini. Then add the lemon juice and the olive oil gradually. Mix thoroughly and constantly until a soft texture is achieved.
Serve in a large flat bowl.
P.S: Salt and lemon could be added (when and if needed) so to increase the tartier taste. Paprika, tomates, small red radish are great accompaniments.
Bom apetite
Michel


The recipe for an exceptionally refreshing Lebanese tabbouleh!
Ingredients:
Half a cup of fine bulgur
Olive oil
A medium-sized bunch (bouquet) of fresh flat-leaf parsley finely chopped
Some freshly chopped fresh mint (Hortela)
A very small white onion (finely chopped too)
3 medium tomatoes (preferably coracao de boi), cut into small pieces
A small fresh lettuce (letucia romana)
One fresh lemon( only the juice is needed)
1/4 of a teaspoon of salt
Preparations:
Carefully chop the lettuce leaves with the parsley after thoroughly washing them under running water. Transfer the chopped lettuce and parsley to a bowl and add to them the chopped onions, the tomatoes and the fresh mint. Cover the mixture with bulgur and add the olive oil and the lemon juice on top of the bulgur. Mix a bit at the end.
Use the remaning leaves of the lettuce as ornament.
Bom apetite
Michel
Sei que pelo menos três de nós são professores, pelo que vos recomendo a leitura das Regras de Organização para este ano lectivo que está prestes a iniciar-se. Aqui apenas publico as Alterações a estas regras, ou não fosse este Governo viciado em rectificações a recomendações, leis, projectos de lei e decretos leis.... De estranhar seria que eles lançassem cá para fora algo que não necessitasse de uma alteração urgente!!
Manel
17 de Jul de 2008
A definição de condições para que os professores avaliadores procedam à avaliação dos outros docentes é um dos objectivos das alterações ao despacho relativo à organização do ano lectivo, publicadas no Diário da República.
De acordo com este despacho, a avaliação de desempenho de outros docentes é um dos cargos que se incluíram na componente não lectiva a nível de estabelecimento, segundo determinadas regras.
Assim, para cada avaliador deve considerar-se o critério de uma hora semanal para a avaliação de quatro docentes.
Quando as horas de componente não lectiva de estabelecimento e as horas de redução de que o professor usufruiu não forem suficientes, procede-se à redução da componente lectiva do docente.
Relativamente aos docentes da educação pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, sempre que o número de horas da componente não lectiva de estabelecimento do avaliador fique esgotado pelo número de docentes a avaliar, observam-se os seguintes procedimentos.
Sempre que o docente avaliador tenha mais do que sete docentes a avaliar, pode optar por ficar sem grupo ou turma atribuída.
Nestas circunstâncias, só se o número de professores a avaliar for superior a 21 é que o docente avaliador pode delegar as suas competências de avaliador noutro professor titular do departamento.
Nos casos de delegação de competências de avaliador num professor titular do quadro do agrupamento ou da escola ou num professor nomeado em comissão de serviço, só um dos delegados deve ficar sem grupo ou turma atribuída.
Os professores que, de acordo com estas condições, fiquem sem grupo ou turma exercem as horas correspondentes à componente lectiva não utilizada nas funções de avaliação de desempenho, na coordenação das actividades da componente de apoio à família da educação pré-escolar e no apoio educativo e apoio ao estudo aos alunos do 1.º ciclo.
Aos docentes destes níveis de educação e de ensino que exerçam as funções de avaliador e tenham grupo ou turma atribuído não devem ser distribuídas actividades de apoio ao estudo.
Apoio educativo
O apoio educativo aos alunos dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário deve ser prestado, sempre que possível, pelo professor da respectiva disciplina ou área disciplinar.
Os tempos supervenientes assinalados no horário dos professores, que, conforme o número de aulas leccionadas, oscilam entre os 45 e os 90 minutos por semana, no caso dos docentes com componente lectiva igual ou superior a 14 horas semanais, são destinados a apoio educativo e de enriquecimento e complemento curricular.
Para apoio educativo aos alunos do 1.º ciclo, os agrupamentos podem dispor de um crédito de horas lectivas semanal. Estas horas são atribuídas aos professores existentes na escola sem turma atribuída ou com horários com insuficiência de tempos lectivos ou que exercem as funções de avaliação de outros docentes e não tenham turma atribuída.
Se a componente lectiva dos docentes do agrupamento estiver preenchida e existirem horas disponíveis no crédito de escola, pode proceder-se à contratação de outros professores para apoio educativo.
Componente não lectiva de trabalho individual
Na determinação do número de horas destinado a trabalho individual e à participação em reuniões deve ser tido em conta o número de alunos, de turmas e de níveis atribuídos ao professor, não podendo ser inferior a 8 horas para os docentes da educação pré-escolar e do 1.º ciclo, e para os outros ciclos do ensino básico e ensino secundário 10 horas para os professores com menos de 100 alunos e 11 horas para os docentes com 100 ou mais alunos.

Xela, álbum For frosty morning and summer nights
Aqui fica um cheirinho, através da 1ª música do álbum.
andré
Oh meu Zeus, meu Zeus, vejam como estou indignado. Estou indignado, indignadíssimo!, com Marco Fortes, atleta português do lançamento do peso. Ao comentar o seu fraco desempenho nos Jogos Olímpicos, Marco Fortes reconheceu que o seu corpo não responde tão bem de manhã: "De manhã é para estar na caminha - eu queria esticar as pernas mas elas só queriam estar na caminha.Oh meu Zeus, meu Zeus, vejam como estou indignado. Estou indignado, indignadíssimo!, com Marco Fortes, atleta português do lançamento do peso. Ao comentar o seu fraco desempenho nos Jogos Olímpicos, Marco Fortes reconheceu que o seu corpo não responde tão bem de manhã: "De manhã é para estar na caminha - eu queria esticar as pernas mas elas só queriam estar na caminha." Que é isto?!
Em toda a minha vida, só ouvi um português dizer que "de manhã não funciono": Sousa Franco. E foi preciso ter sido ministro das Finanças duas vezes, presidente do Tribunal de Contas - um homem sério, portanto -, para poder afrontar esse tabu.
Mas Marco Fortes fez pior: ainda teve o descaramento de sugerir aos outros atletas que valia a pena trabalhar para ir aos Jogos Olímpicos, pela "experiência". O ultraje, o ultraje! Quem se julga este badameco para sugerir que participar num belíssimo evento desportivo, com atletas de todo o mundo, é uma boa experiência? Algum apóstolo do espírito olímpico?
Não sabe ele que o importante é só ganhar, ganhar pela pátria e pelos contribuintes que lhe "deram" uma bolsa, honrar a pátria e os contribuintes, dizer banalidades pela pátria e pelos contribuintes, ter juizinho pela pátria e pelos contribuintes?
Se esteve demasiado distraído enquanto lutava pelos mínimos olímpicos para reparar que neste país toda a gente se levanta cedo, é o melhor das respectivas áreas e vive uma vida de sacrossanto respeito pelo contribuinte, os dias seguintes lho ensinaram, através de um coro escandalizado de comentadores, jornalistas e políticos, que não se pode - não se pode! - fazer humor com coisas sérias e apreciar o desporto e o mundo porque são simplesmente o desporto e o mundo. E se estava demasiado longe para ver toda aquela gente sisuda fazendo tsc-tsc-tsc com os músculos faciais bem espremidos, logo foi recambiado para Lisboa com um bilhete de avião suplementar - que o dinheiro dos contribuintes nunca é demais para dar lições a quem merece.
Pois bem, Marco Fortes, deixa-me tratar-te por tu: espero sinceramente que não consigam vergar-te, moldar-te, ajoelhar-te. Que neste país onde inventaram a lobotomia, não consigam lobotomizar-te: o resultado seria ver-te, como já vi na televisão, pedir desculpa pelas declarações "infelizes". São agora declarações infelizes não culpar o árbitro mas a si mesmo, reagir como se não fosse o fim do mundo e sugerir que estar nos Jogos Olímpicos é, por si só, uma experiência fantástica? Que diz isso sobre nós como país, não desportivamente, mas moralmente?
Como muitos portugueses, dei por mim emocionado com a medalha de ouro de Nélson Évora. Mas deixou-me desconfortável saber que, à mesma hora, não poderias estar ali para festejar com o teu colega. Não pensaram os senhores burocratas que para haver um Nélson Évora houve outros Marco Fortes que participaram nas mesmas provas, e que os Jogos Olímpicos são feitos de muitos não-campeões, e feitos para eles também? Não; tinham de condenar-te a um castigo inútil e sem objectivo que deveria estar reservado para quem faz batota ou recorre ao doping.
Quem te condenou, caro Marco, está já condenado: a uma vida sem humor, a ter de provar que é sério, mais sério do que toda a gente. É uma vida triste e seca. Como atleta, poderias só lhes dar ouvidos quando eles conseguirem chegar aos mínimos olímpicos. Eu sugiro outra opção: só ligar à indignação dos comentadores portugueses, dos jornalistas portugueses, dos portugueses portugueses, quando um dia eles conseguirem não estar sempre indignados por qualquer coisa.
Rui Tavares, na sua coluna de opinião do Público de hoje.
[andré]
Moira assada, açorda de marisco e Prairie Home Companion.
evva e Manel
Apesar do enorme estrondo que a participação britânica nos JO tem causado aqui nas ilhas (relatada como a melhor nos últimos 100 anos), as ondas de impacto dos maus resultados da delegação Portuguesa já chegam a todo lado (ontem o Público relatava que as notícias já tinham chegado à agência de noticias France-Press). Vejamos então aquilo que eu tenho visto:
1. Anúncio feito pelo presidente do Comité Olímpico de Portugal, comandante Vicente Moura, de que não se irá recandidatar ao cargo em Dezembro próximo. O mesmo presidente afirmou hoje ao Público que para ganhar as medalhas desejadas nos Jogos Olímpicos é necessária uma revisão de todo o sistema desportivo. A sua decisão de demissão aparece na sequência de uma série de declarações de Vicente Moura em que pede maior profissionalismo aos atletas portugueses, e depois de uma série de declarações de atletas, umas infelizes outras por ventura alvo de má interpretação. A opinião sobre a falta de profissionalismo foi reforçada pela triatleta Vanessa Fernandes (única medalhada portuguesa até agora) mas foi negada pela saltadora Naide Gomes (que apesar de não ter conseguido medalhas continua a ser uma das melhores do mundo na sua especialidade). O secretário de Estado do Desporto, Laurentino Dias, também veio pedir aos atletas para 'competir a sério'.
2. Nas primeiras páginas do Público de hoje pode-se encontrar uma extensa reportagem sobre o assunto, onde são referidas algumas das situações anteriores. A participação Portuguesa em Pequim custou 14 milhões de euros em quatro anos e em Atenas 2004 custou 12 milhões em três (?!) anos de preparação. Em Atenas o resultados foram duas medalhas de prata, no ciclismo e atletismo, e uma de bronze, também no atletismo. Em Pequim, até agora houve uma medalha de prata. Perante a subida dos custos e a diminuição dos resultados o descontentamento é óbvio. No mesmo jornal, e como cereja em cima do bolo, temos as declarações do professor universitário Santana Castilho na sua coluna de opinião termina perguntando se "um país que cultiva na escola e na polis a falta de rigor e de exigência, tem autoridade para sancionar quem o envergonha no estádio olímpico?"
2. No passado dia 18, no blogue colectividade desportiva, o ex-presidente de Instituto do Desporto de Portugal, José Manuel Constantino, referia com a cautela devida [uma vez que os JO ainda não terminaram] que os objectivos desportivos contratualizados com o Estado — 5 classificações de pódio/medalhas; 12 classificações correspondentes a diplomas (8ºlugar); e dezoito modalidades desportivas presentes nos J.O. — dificilmente serão atingidos.
No meio da novela jornalistica, não se discutiu se os objectivos fixados eram ou não realistas. Para obter 5 medalhas é preciso que nenhum dos candidatos falhe. Ora a probabilidade de erros e falhanços a este nível é muito elevada, ainda para mais quando não existe um conjunto de resultados consistentes por trás. Para a delegação portuguesa, ganhar a medalha ainda é o acontecimento. Para delegações como a dos EUA, China, Grã-Bretanha, perde-las é que é o acontecimento. Não é pelo facto de a Rosa Mota, o Carlos Lopes, ou o Gustavo Lima terem ganho uma vez uma medalha que os restantes atletas, nessa ou nas restantes modalidades, vão passar a ganhar também.
Uma demonstração desta relação de senso comum é o futebol onde já passamos a encarar a vitória não apenas como um desejo mas como uma expectativa. E os resultados estão há vista. Hoje em dia questionar o apuramento para um campeonato da Europa ou do Mundo é quase um insulto, e ambicionar a vitória é quase uma obrigação.
Enfim, este post já está longo. Voltarei ao assunto em breve. É que no meio dos problemas políticos que inevitavelmente rodeiam uma participação olímpica, há muitos atletas (os que se apuraram e os que não se conseguiram apurar), treinadores, dirigentes, e recursos que não podem ser desconsiderados.
andré

Foto Reuters, na reportagem do Público
Vanessa Fernandes, medalha de prata do Triatlo nos Jogos Olímpicos de Pequim, no dia 18 de Agosto de 2008.
andré
“Sahiu á luz a Grammatica Hespanola[sic.] para uso dos Portuguezes, publicada por Nicoláo Antonio Peixoto.Vende-se nas principaes livrarias do Porto e Lisboa. Preço para os snrs. assignantes 480 réis.Os Diccionarios Hespanhol-Portuguez e Portuguez-Hespanhol sahirão brevemente.O Editor roga, por este meio aos snrs. correspondentes das Provincias, a quem teve a honra de remetter prospectos, tenham a bondade de fazer-lhe os pedido com a maior brevidade, dirigindo-se á rua de 23 de Julho n.º 145.”O Defensor Diário, 17 de Agosto de 1848
Desta vez em versão um pouco mais sintética, aqui vão mais algumas notas sobre mais um dos JO de Pequim.
A situação na Geórgia parece poder vir a melhorar. Mas tal como S. Tomé, mantenho a prudência. Ver para crer.
Entretanto no cubo olímpico que já aqui foi mostrado antes, os recordes não param. Ontem, a estafeta dos EUA de 4x100 livres esmagou o recorde do mundo numa prova em que os três primeiros classificados terminaram abaixo do anterior recorde. Para quem poder rever, aconselha-se. A estrela dos campeonatos Michael Phelps (na foto do lado direito) já leva 4 medalhas de ouro mas só ficará contente quando chegar às 8 e assim ultrapassar o lendário e seu compatriota Mark Spitz, que nos JO de 1972 em Munique ganhou 7.
Entretanto a discussão em torno dos fatos da Speedo continua. Há uns dias atrás, em 2 artigos no Público, João Paulo Vilas Boas, professor catedrático em treino de alto rendimento na natação, contrapôs o valor dos fatos ao valor dos atletas que os vestem e relembrou que sem fatos as coisas seriam ainda mais complicadas. Para ler e pensar.
Por falar em performances notáveis, aqui vai uma pequena nota para o casal na foto, Gail Emms e Nathan Robertson, do Reino Unido, que venceram por 2 sets a 1, Gao Ling and Zheng Bo, da China, nos quartos de final da competição de pares mistos de Badminton. Quem conseguir, que veja o último set. Fabuloso!
Mas na China nada se perde, tudo se transforma, e a sua equipa masculina de ginástica foi direitinha até ao primeiro lugar do pódio que parecia que quase só ia servir para eles. Na memória fica o exercício de Chen Yibing nas argolas. Amanhã as meninas vão tentar repetir a dose, mas a competição no sector feminino promete ser bem mais renhida.

E as fotos do dia vão para duas modalidades colectivas. A primeira, o Andebol, não tem direito a cobertura por estas bandas. Já agora, e para quem ainda não reparou, os ingleses têm, em geral, melhores resultados nos desportos individuais do que nos colectivos. Eu tenho a minha explicação para o facto mas guardo-a para conversas de café.
A segunda foto é de basquetebol. A competição olímpica tem este ano algumas curiosidades. O campeão olímpico em título é a Amé…
É a Argentina, sim senhora. E o jogador mais alto é Ame…
É Chinês pois com certeza. Chama-se Yao Ming, mede 2,29 metros e está aqui na foto.
E a China lá continua à frente no número de medalhas. Veremos por quanto tempo.
andré
Guerra na Geórgia, o 'Não' Irlandês. O velho continente tem os dias contados..
Vejam o último dos omina terríveis
Wouter
Ontem não encontrei nada de jeito pra mostrar. Devia andar distraído com a guerra da Geórgia. Lá a competição tem custado a vida a muita gente… A trégua olímpica não serviu de nada.
Já houve uma vigília de atletas da Geórgia para apelar à paz, e duas atletas (uma Russa e uma da Geórgia) uniram as mãos pela paz na cerimónia de entrega das suas medalhas.
As coisas não correram bem para a Telma Monteiro no concurso de judo. Depois de ter investido todo o seu esforço e dedicação para este momento, depois de títulos europeus e de um segundo lugar no campeonato do mundo, teve de se contentar com o nono lugar. A alta competição também passa por momentos destes. Depois da desilusão, temos de nos levantar e recompor o espírito. A vida continua. A restante participação portuguesa continua, como dizia Artur Jorge, perfeitamente normal.
Apesar dos sucessos mais ou menos inesperados na natação feminina, a moral aqui nas ilhas tem sofrido alguns danos, sobretudo no que respeita à participação deste rapazito de 14 anos, Tom Daley, grande esperança do mergulho e mascote da delegação. Competiu no concurso de mergulho sincronizado em prancha de 10 metros junto com o colega Blake Aldridge. A dupla ficou em último lugar. Depois de tudo acabar, o seu colega veio dizer que a culpa do resultado não era sua. É feio… Não se faz…
No capítulo das novelas olímpicas uma pequena nota para a resolução do incidente que envolveu um nadador iraniano e um israelita.
A história bonita do dia foi a primeira medalha de ouro olímpica da história da Índia. Confesso a minha surpresa. Foi para Abhvinav Bindra no torneio dos 10m carabina de ar comprimido.

E os JO continuam a dar origem a fotos fantásticas. Deixo aqui duas que vieram do site da NBC. A estação comprou os direitos de transmissão dos JO nos EUA por uma pipa de massa.
Entretanto corre praí o rumor de que muito do fogo de artifício que vimos na cerimónia de abertura era falso. Eram efeitos visuais… vou ter de investigar…
Até à próxima
andré
I backed my car into a cop car, the other day
Well he just drove off, sometimes life's ok
I ran my mouth off a bit too much, oh what did I say
Well you just laughed it off, it was all ok
And we'll all float on, ok
And we'll all float on, ok
And we'll all float on, ok
And we'll all float on any way, well
A fake Jamaican took every last dime with a scam
It was worth it just to learn some sleight-of-hand
Bad news comes don't you worry even when it lands
Good news will work its way to all them plans
We both got fired on exactly the same day
Well we'll float on good news is on the way
And we'll all float on, ok
And we'll all float on, ok
And we'll all float on, ok
And we'll all float on, alright
Already we'll all float on
No, don't you worry, we'll all float on
Alright, I'm ready, we'll all float on
Alright, don't worry, we'll all float on
Alright alright we'll all float on
Alright already we'll all float on
Alright don't worry even if things end up a bit too heavy
We'll all float on...alright
Already we'll all float on
Alright already we'll all float on, ok
Don't worry we'll all float on
Even if things get heavy, we'll all float on
Alright already we'll all float on
(Alright)
Don't you worry we'll all float on
(Alright)
All float on...
Float on, dos Modest Mouse, álbum Good News For People Who Love Bad News
andré
Publicação: 09-08-2008 11:21 | Última actualização: 09-08-2008 16:11Sondagem SIC, Expresso e RR
De acordo com um estudo da Eurosondagem feito para a SIC, Expresso e Rádio Renascença (RR), mais de 34% dos portugueses não receberam nem vão receber subsídio de férias.

Katerina Emmons, da República Checa, foi a primeira medalhada dos JO na competição de tiro com carabina com ar comprimido a 10m. É casada com um atirador dos EUA que perdeu a medalha de ouro nos últimos JO ao falhar o último tiro, passando de 1º para 8º, e que agora se vai tentar recompor da desilusão. Uma bonita história que pode ser lida no site da BBC.
A BBC está a pedir aos seus espectadores para enviarem fotos para serem publicadas no seu site, como esta que mostra o ambiente fora dos recintos desportivos.
Por vezes corre mal. Craig Fallon, que já foi campeão da europa e do mundo, era a esperança Inglesa para uma medalha no Judo. Ficou fora do pódio pela segunda vez consecutiva em JO.
Mais fotos no site da BBC.
Não faço a mínima ideia quem é a atleta. A modalidade chama-se Dressage e faz parte da competição de hipismo. Chamou-me mais a atenção o olhar triste do cavalo. Se calhar perdeu um lugar no pódio. Coitado.
Mais fotos na fotogaleria do Público. O jornal tem uma secção do seu site dedicada aos JO e também um blogue dos seus enviados especiais.
E os protestos continuam. Pelo menos da falta deles ninguém se vai poder queixar.
Para não variar, mais uma sessão fotográfica com nus de atletas olímpicos. Desta vez foi a equipa britânica. Este é Philips Idowu, atleta do triplo-salto. Mais sobre o assunto aqui.
Entre a comitiva Portuguesa tudo normal. Resultados dentro do esperado. Parabéns para a Sara Oliveira que bateu o record nacional dos 1oo metros mariposa.
E já chega. Amanhã é outro dia
andré

Momento da cerimónia de abertura dos JO de Pequim.
Foto da Reuters, na fotogaleria do Público.
andré
O Estádio do Bessa, no Porto, sede do Boavista Futebol Clube, foi penhorado pela Direcção-Geral de Contribuições e Impostos (DGCI) e está desde as 00h00 de hoje à venda pelo valor mínimo de 28,317 milhões de euros.Quem pretender adquirir o estádio terá que entregar uma proposta até às 11h30 do dia 20 de Novembro. A abertura das propostas será realizada a partir daquela data, no Porto.O Boavista foi despromovido à Liga de Honra no seguimento do chamado processo "Apito Final".in Público (08.08.2008, 14h08)
Ai que prazer
não cumprir um dever.
Ter um livro para ler
e não o fazer!
Ler é maçada,
estudar é nada. (...)