Por que adoramos a América
Por Gabriel Silva, no Blasfémias
evva
«Imagination is memory» James Joyce
Para quem, como eu, venera os seus filmes
(foi preciso arrastarem-me do banco em frente a Douro, faina fluvial na exposição de Serralves, já no segundo ou terceiro visionamento),
um ciclo a não perder:

É por esta possibilidade que temos andado a suspirar desde que a campanha para as eleições americanas começou. E o "The Economist" resolveu dar uma oportunidade à malta do resto do globo. É a nossa oportunidade!
Joana
Tema com o mesmo nome, da autoria dos Pink Floyd, do álbum Momentary lapse of reason.
andré
Nadie habrá dejado de observar que con frecuencia el suelo se pliega de manera tal que una parte sube en ángulo recto con el plano del suelo, y luego la parte siguiente se coloca paralela a este plano, para dar paso a una nueva perpendicular, conducta que se repite en espiral o en línea quebrada hasta alturas sumamente variables. Agachándose y poniendo la mano izquierda en una de las partes verticales, y la derecha en la horizontal correspondiente, se está en posesión momentánea de un peldaño o escalón. Cada uno de estos peldaños, formados como se ve por dos elementos, se sitúa un tanto más arriba y adelante que el anterior, principio que da sentido a la escalera, ya que cualquiera otra combinación producirá formas quizá más bellas o pintorescas, pero incapaces de trasladar de una planta baja a un primer piso.
Las escaleras se suben de frente, pues hacia atrás o de costado resultan particularmente incómodas. La actitud natural consiste en mantenerse de pie, los brazos colgando sin esfuerzo, la cabeza erguida aunque no tanto que los ojos dejen de ver los peldaños inmediatamente superiores al que se pisa, y respirando lenta y regularmente. Para subir una escalera se comienza por levantar esa parte del cuerpo situada a la derecha abajo, envuelta casi siempre en cuero o gamuza, y que salvo excepciones cabe exactamente en el escalón. Puesta en el primer peldaño dicha parte, que para abreviar llamaremos pie, se recoge la parte equivalente de la izquierda (también llamada pie, pero que no ha de confundirse con el pie antes citado), y llevándola a la altura del pie, se le hace seguir hasta colocarla en el segundo peldaño, con lo cual en éste descansará el pie, y en el primero descansará el pie. (Los primeros peldaños son siempre los más difíciles, hasta adquirir la coordinación necesaria. La coincidencia de nombre entre el pie y el pie hace difícil la explicación. Cuídese especialmente de no levantar al mismo tiempo el pie y el pie).
Llegado en esta forma al segundo peldaño, basta repetir alternadamente los movimientos hasta encontrarse con el final de la escalera. Se sale de ella fácilmente, con un ligero golpe de talón que la fija en su sitio, del que no se moverá hasta el momento del descenso.
Para me despedir do período de férias (é verdade, alguns de nós tiveram a sorte de ficar de bracinhos cruzados mais uma semana...), decidi ir até ao cinema, até porque a silly season já terminou e bons filmes estão a chegar ao grande ecrã. Tal é o caso de The hottest State realizado por Ethan Hawke com Mark Webber e Catalina Sandino Moreno nos principais papeis. Destaque-se a interpretação de Mark, que por si só faz com que este seja um must see! Igualmente deliciosas, ainda que breves, são as interpretações de Sónia Braga e Laura Linney.
Manel

[recebido por mail]
Certa noite uma mulher não voltou para casa.
No dia seguinte, ela disse ao marido que tinha dormido na casa de uma amiga.
O homem telefonou para as 10 melhores amigas da mulher.
Nenhuma sabia de nada!
«No Porto, entre a Marginal de Matosinhos (junto ao Bar Titan) e o Centro de Astrofísica da U.Porto (Campo Alegre) decorrerão:
- Exposições e workshops
- Starlab – Planetário Móvel
- Speed-dating com cientistas
- Experiências científicas»
Acabadinho de receber por mail, este convite da UPIN (Universidade do Porto Inovação):
«No próximo dia 26 de Setembro irá decorrer a Noite dos Investigadores 2008 – ScientistsAcrossPortugal - em Lisboa e no Porto e Matosinhos.
Se sempre quis conhecer cientistas de perto e saber o que é fazer ciência em Portugal, não perca esta oportunidade. Visite a grande festa de Ciência, a partir das 14H, no Centro Cultural de Belém (Lisboa), no final da Marginal de Matosinhos (junto ao Bar Titan) e no Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (Porto).
A Noite dos Investigadores 2008 é uma iniciativa do Programa Marie Curie no âmbito do Sétimo Programa-Quadro da Comissão Europeia (FP7-People)
(link: http://ec.europa.eu/research/researchersineurope/index_en.htm). Tem como objectivo aproximar os cientistas dos cidadãos e decorrerá em simultâneo, em várias cidades europeias, no dia 26 de Setembro.
Em Portugal, o evento está a ser organizado por um consórcio composto pelo Instituto Gulbenkian de Ciência (link: http://www.igc.gulbenkian.pt/), pela Universidade do Porto, através da Universidade do Porto Inovação (link: http://www.up.pt/, e brevemente http://upin.up.pt/) e pela empresa Inova+ (link: http://www.inovamais.pt/)».
Reparem que, no Porto, as 'experiências científicas' vêm logo a seguir ao 'speed-dating com cientistas'. É preciso muita imaginação para saber gastar o dinheiro que os Programa-Quadro da Comissão Europeia reservam para divulgação científica.
Adepta do 'very slow-dating', procurarei nessa noite outras paragens. Mas para quem estiver interessado, aqui fica a informação.



The recipe for a delicious Lebanese Hommos
Ingredients
A jar of chickpeas (grao de bico-750 grams), slightly drained
2 large garlic cloves
10 to 12 tablespoons of tahini (pureed sesame or sesame creme)
two fresh lemon
1 tablespoon of olive oil
a small teaspoon of salt
Preparations:
First use a blender (varina magica in Portugal) to grind the chickpeas, the garlic and the tahini. Then add the lemon juice and the olive oil gradually. Mix thoroughly and constantly until a soft texture is achieved.
Serve in a large flat bowl.
P.S: Salt and lemon could be added (when and if needed) so to increase the tartier taste. Paprika, tomates, small red radish are great accompaniments.
Bom apetite
Michel


The recipe for an exceptionally refreshing Lebanese tabbouleh!
Ingredients:
Half a cup of fine bulgur
Olive oil
A medium-sized bunch (bouquet) of fresh flat-leaf parsley finely chopped
Some freshly chopped fresh mint (Hortela)
A very small white onion (finely chopped too)
3 medium tomatoes (preferably coracao de boi), cut into small pieces
A small fresh lettuce (letucia romana)
One fresh lemon( only the juice is needed)
1/4 of a teaspoon of salt
Preparations:
Carefully chop the lettuce leaves with the parsley after thoroughly washing them under running water. Transfer the chopped lettuce and parsley to a bowl and add to them the chopped onions, the tomatoes and the fresh mint. Cover the mixture with bulgur and add the olive oil and the lemon juice on top of the bulgur. Mix a bit at the end.
Use the remaning leaves of the lettuce as ornament.
Bom apetite
Michel
Sei que pelo menos três de nós são professores, pelo que vos recomendo a leitura das Regras de Organização para este ano lectivo que está prestes a iniciar-se. Aqui apenas publico as Alterações a estas regras, ou não fosse este Governo viciado em rectificações a recomendações, leis, projectos de lei e decretos leis.... De estranhar seria que eles lançassem cá para fora algo que não necessitasse de uma alteração urgente!!
Manel
17 de Jul de 2008
A definição de condições para que os professores avaliadores procedam à avaliação dos outros docentes é um dos objectivos das alterações ao despacho relativo à organização do ano lectivo, publicadas no Diário da República.
De acordo com este despacho, a avaliação de desempenho de outros docentes é um dos cargos que se incluíram na componente não lectiva a nível de estabelecimento, segundo determinadas regras.
Assim, para cada avaliador deve considerar-se o critério de uma hora semanal para a avaliação de quatro docentes.
Quando as horas de componente não lectiva de estabelecimento e as horas de redução de que o professor usufruiu não forem suficientes, procede-se à redução da componente lectiva do docente.
Relativamente aos docentes da educação pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, sempre que o número de horas da componente não lectiva de estabelecimento do avaliador fique esgotado pelo número de docentes a avaliar, observam-se os seguintes procedimentos.
Sempre que o docente avaliador tenha mais do que sete docentes a avaliar, pode optar por ficar sem grupo ou turma atribuída.
Nestas circunstâncias, só se o número de professores a avaliar for superior a 21 é que o docente avaliador pode delegar as suas competências de avaliador noutro professor titular do departamento.
Nos casos de delegação de competências de avaliador num professor titular do quadro do agrupamento ou da escola ou num professor nomeado em comissão de serviço, só um dos delegados deve ficar sem grupo ou turma atribuída.
Os professores que, de acordo com estas condições, fiquem sem grupo ou turma exercem as horas correspondentes à componente lectiva não utilizada nas funções de avaliação de desempenho, na coordenação das actividades da componente de apoio à família da educação pré-escolar e no apoio educativo e apoio ao estudo aos alunos do 1.º ciclo.
Aos docentes destes níveis de educação e de ensino que exerçam as funções de avaliador e tenham grupo ou turma atribuído não devem ser distribuídas actividades de apoio ao estudo.
Apoio educativo
O apoio educativo aos alunos dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário deve ser prestado, sempre que possível, pelo professor da respectiva disciplina ou área disciplinar.
Os tempos supervenientes assinalados no horário dos professores, que, conforme o número de aulas leccionadas, oscilam entre os 45 e os 90 minutos por semana, no caso dos docentes com componente lectiva igual ou superior a 14 horas semanais, são destinados a apoio educativo e de enriquecimento e complemento curricular.
Para apoio educativo aos alunos do 1.º ciclo, os agrupamentos podem dispor de um crédito de horas lectivas semanal. Estas horas são atribuídas aos professores existentes na escola sem turma atribuída ou com horários com insuficiência de tempos lectivos ou que exercem as funções de avaliação de outros docentes e não tenham turma atribuída.
Se a componente lectiva dos docentes do agrupamento estiver preenchida e existirem horas disponíveis no crédito de escola, pode proceder-se à contratação de outros professores para apoio educativo.
Componente não lectiva de trabalho individual
Na determinação do número de horas destinado a trabalho individual e à participação em reuniões deve ser tido em conta o número de alunos, de turmas e de níveis atribuídos ao professor, não podendo ser inferior a 8 horas para os docentes da educação pré-escolar e do 1.º ciclo, e para os outros ciclos do ensino básico e ensino secundário 10 horas para os professores com menos de 100 alunos e 11 horas para os docentes com 100 ou mais alunos.

Xela, álbum For frosty morning and summer nights
Aqui fica um cheirinho, através da 1ª música do álbum.
andré
Oh meu Zeus, meu Zeus, vejam como estou indignado. Estou indignado, indignadíssimo!, com Marco Fortes, atleta português do lançamento do peso. Ao comentar o seu fraco desempenho nos Jogos Olímpicos, Marco Fortes reconheceu que o seu corpo não responde tão bem de manhã: "De manhã é para estar na caminha - eu queria esticar as pernas mas elas só queriam estar na caminha.Oh meu Zeus, meu Zeus, vejam como estou indignado. Estou indignado, indignadíssimo!, com Marco Fortes, atleta português do lançamento do peso. Ao comentar o seu fraco desempenho nos Jogos Olímpicos, Marco Fortes reconheceu que o seu corpo não responde tão bem de manhã: "De manhã é para estar na caminha - eu queria esticar as pernas mas elas só queriam estar na caminha." Que é isto?!
Em toda a minha vida, só ouvi um português dizer que "de manhã não funciono": Sousa Franco. E foi preciso ter sido ministro das Finanças duas vezes, presidente do Tribunal de Contas - um homem sério, portanto -, para poder afrontar esse tabu.
Mas Marco Fortes fez pior: ainda teve o descaramento de sugerir aos outros atletas que valia a pena trabalhar para ir aos Jogos Olímpicos, pela "experiência". O ultraje, o ultraje! Quem se julga este badameco para sugerir que participar num belíssimo evento desportivo, com atletas de todo o mundo, é uma boa experiência? Algum apóstolo do espírito olímpico?
Não sabe ele que o importante é só ganhar, ganhar pela pátria e pelos contribuintes que lhe "deram" uma bolsa, honrar a pátria e os contribuintes, dizer banalidades pela pátria e pelos contribuintes, ter juizinho pela pátria e pelos contribuintes?
Se esteve demasiado distraído enquanto lutava pelos mínimos olímpicos para reparar que neste país toda a gente se levanta cedo, é o melhor das respectivas áreas e vive uma vida de sacrossanto respeito pelo contribuinte, os dias seguintes lho ensinaram, através de um coro escandalizado de comentadores, jornalistas e políticos, que não se pode - não se pode! - fazer humor com coisas sérias e apreciar o desporto e o mundo porque são simplesmente o desporto e o mundo. E se estava demasiado longe para ver toda aquela gente sisuda fazendo tsc-tsc-tsc com os músculos faciais bem espremidos, logo foi recambiado para Lisboa com um bilhete de avião suplementar - que o dinheiro dos contribuintes nunca é demais para dar lições a quem merece.
Pois bem, Marco Fortes, deixa-me tratar-te por tu: espero sinceramente que não consigam vergar-te, moldar-te, ajoelhar-te. Que neste país onde inventaram a lobotomia, não consigam lobotomizar-te: o resultado seria ver-te, como já vi na televisão, pedir desculpa pelas declarações "infelizes". São agora declarações infelizes não culpar o árbitro mas a si mesmo, reagir como se não fosse o fim do mundo e sugerir que estar nos Jogos Olímpicos é, por si só, uma experiência fantástica? Que diz isso sobre nós como país, não desportivamente, mas moralmente?
Como muitos portugueses, dei por mim emocionado com a medalha de ouro de Nélson Évora. Mas deixou-me desconfortável saber que, à mesma hora, não poderias estar ali para festejar com o teu colega. Não pensaram os senhores burocratas que para haver um Nélson Évora houve outros Marco Fortes que participaram nas mesmas provas, e que os Jogos Olímpicos são feitos de muitos não-campeões, e feitos para eles também? Não; tinham de condenar-te a um castigo inútil e sem objectivo que deveria estar reservado para quem faz batota ou recorre ao doping.
Quem te condenou, caro Marco, está já condenado: a uma vida sem humor, a ter de provar que é sério, mais sério do que toda a gente. É uma vida triste e seca. Como atleta, poderias só lhes dar ouvidos quando eles conseguirem chegar aos mínimos olímpicos. Eu sugiro outra opção: só ligar à indignação dos comentadores portugueses, dos jornalistas portugueses, dos portugueses portugueses, quando um dia eles conseguirem não estar sempre indignados por qualquer coisa.
Rui Tavares, na sua coluna de opinião do Público de hoje.
[andré]
Moira assada, açorda de marisco e Prairie Home Companion.
evva e Manel
Apesar do enorme estrondo que a participação britânica nos JO tem causado aqui nas ilhas (relatada como a melhor nos últimos 100 anos), as ondas de impacto dos maus resultados da delegação Portuguesa já chegam a todo lado (ontem o Público relatava que as notícias já tinham chegado à agência de noticias France-Press). Vejamos então aquilo que eu tenho visto:
1. Anúncio feito pelo presidente do Comité Olímpico de Portugal, comandante Vicente Moura, de que não se irá recandidatar ao cargo em Dezembro próximo. O mesmo presidente afirmou hoje ao Público que para ganhar as medalhas desejadas nos Jogos Olímpicos é necessária uma revisão de todo o sistema desportivo. A sua decisão de demissão aparece na sequência de uma série de declarações de Vicente Moura em que pede maior profissionalismo aos atletas portugueses, e depois de uma série de declarações de atletas, umas infelizes outras por ventura alvo de má interpretação. A opinião sobre a falta de profissionalismo foi reforçada pela triatleta Vanessa Fernandes (única medalhada portuguesa até agora) mas foi negada pela saltadora Naide Gomes (que apesar de não ter conseguido medalhas continua a ser uma das melhores do mundo na sua especialidade). O secretário de Estado do Desporto, Laurentino Dias, também veio pedir aos atletas para 'competir a sério'.
2. Nas primeiras páginas do Público de hoje pode-se encontrar uma extensa reportagem sobre o assunto, onde são referidas algumas das situações anteriores. A participação Portuguesa em Pequim custou 14 milhões de euros em quatro anos e em Atenas 2004 custou 12 milhões em três (?!) anos de preparação. Em Atenas o resultados foram duas medalhas de prata, no ciclismo e atletismo, e uma de bronze, também no atletismo. Em Pequim, até agora houve uma medalha de prata. Perante a subida dos custos e a diminuição dos resultados o descontentamento é óbvio. No mesmo jornal, e como cereja em cima do bolo, temos as declarações do professor universitário Santana Castilho na sua coluna de opinião termina perguntando se "um país que cultiva na escola e na polis a falta de rigor e de exigência, tem autoridade para sancionar quem o envergonha no estádio olímpico?"
2. No passado dia 18, no blogue colectividade desportiva, o ex-presidente de Instituto do Desporto de Portugal, José Manuel Constantino, referia com a cautela devida [uma vez que os JO ainda não terminaram] que os objectivos desportivos contratualizados com o Estado — 5 classificações de pódio/medalhas; 12 classificações correspondentes a diplomas (8ºlugar); e dezoito modalidades desportivas presentes nos J.O. — dificilmente serão atingidos.
No meio da novela jornalistica, não se discutiu se os objectivos fixados eram ou não realistas. Para obter 5 medalhas é preciso que nenhum dos candidatos falhe. Ora a probabilidade de erros e falhanços a este nível é muito elevada, ainda para mais quando não existe um conjunto de resultados consistentes por trás. Para a delegação portuguesa, ganhar a medalha ainda é o acontecimento. Para delegações como a dos EUA, China, Grã-Bretanha, perde-las é que é o acontecimento. Não é pelo facto de a Rosa Mota, o Carlos Lopes, ou o Gustavo Lima terem ganho uma vez uma medalha que os restantes atletas, nessa ou nas restantes modalidades, vão passar a ganhar também.
Uma demonstração desta relação de senso comum é o futebol onde já passamos a encarar a vitória não apenas como um desejo mas como uma expectativa. E os resultados estão há vista. Hoje em dia questionar o apuramento para um campeonato da Europa ou do Mundo é quase um insulto, e ambicionar a vitória é quase uma obrigação.
Enfim, este post já está longo. Voltarei ao assunto em breve. É que no meio dos problemas políticos que inevitavelmente rodeiam uma participação olímpica, há muitos atletas (os que se apuraram e os que não se conseguiram apurar), treinadores, dirigentes, e recursos que não podem ser desconsiderados.
andré

Foto Reuters, na reportagem do Público
Vanessa Fernandes, medalha de prata do Triatlo nos Jogos Olímpicos de Pequim, no dia 18 de Agosto de 2008.
andré